FEDERAÇÃO DE UPHs DO PLTA

COMISSÃO EXECUTIVA DA FEDERAÇÃO DE UPHs DO PLTA - 2013.

DIRETORIA 2013:
PRESIDENTE: Ev. Gilson Ferreira de Souza (evangelistagilsonferrira@gmail.com) - fone: 94-91482535.
VICE-PRESIDENTE: Dc. Manoel Messias ferreira da silva (Fone: 94-9131-7973).
SEC.EXEC. Dc. Ribamar Ferreira da Silva (riba.ipb@hotmail.com) - Fone: 94-91445937.
1° SEC. Pb. Luiz Henrique Brito Belo (luizbritobelo@hotmail.com) - Fone: 94-9185-6106.
2º SEC. Pb. Moacir de Freitas Heringer (moacirheringer@gmail.com.br (Fone: 94-9154-4867).
TESOUREIRO: Pb. Zizalino Xavier das Santos (fone: 94-9172-9333)
Sec. Presbiterial Pr. Fco. Cristino de Souza. (prcristino@hotmail.com)Fone: 91-3273-0089.
Secretaria Geral do Trabalho Masculino
Pb. Haroldo Peyneau - 17/02/1944
Endereço: Av. Vitória, 434/402 - Forte São João Vitória/ES - CEP: 29017-020
Telefone: (27) 9963-8724 / (27) 3223-1680
Email: peyneau@terra.com.br; uph@ipb.org.br
Pres. da CNHP Pb. Paulo Roberto da Silveira Daflon Pres.da Conf. Nac. dos Homens Presbiterianos. Tel:(021) 2662-2216 - Cel-(021)-9775-4822 Rua: Luiz de Camões-lote 10 quadra-39 Cep.26165-366-Santa Maria-Belford Roxo-RJ
Vice-Pres. CNHP Reg Norte Pb. Ely Teixeira Pascoal (elypascoal@click21.com.br) (ely.pascoal@estadao.com.br) Fone: 91-3231-2615/8311-0910.

SECRETÁRIOS DE ATIVIDADES:
1 -ESPIRITUALIDADE: Pb. Manoel Pedro do Nascimento Fone: 94-9194-1579.
2 -EVANGELIZAÇÃO: Pb. Raimundo Nonato da Silva Fone: 9134-2113
3 -MISSÕES: Dc.
Luiz Carlos Ferreira de Sousa (luizipbjac@gmail.com) -Fone:94-92029045.
4 -ESTATÍSTICA: Pb. Joziel de Paula Barboza ( jpb.se.plta@hotmail.com) - fone 94-33243603. 9211-6256
5 -COMUNICAÇÃO e MARKETING:Dc. Marcio da Silva Ribeiro (msripf@hotmail.com) - fone 94-9183-2955.
6 -CAUSAS DA IPB: Pb. Valdenor Tavares (Fone 8112-3469).


terça-feira, 25 de maio de 2010

A G R A D E C I M E N T O !!!


Agradeço a Deus, por ter ouvido as orações dos amados irmãos, e ter abençoado o nosso amado irmão, diácono Messias. Este nosso amado irmão estava acamado e pela graça de Deus já está trabalhando na ceára. Convoco todos os homens da federação de UPHs do Presbitério Leste da Transamazônica, a continuar orando por cada irmão que tem se disponibilizado na evangelização dos eleitos que se encontram na iniquidade.

Gilson Ferreira.
Pres. Federação.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

PEDIDO DE ORAÇÃO


O nosso amado irmão Diácono Manoel Messias, membro da UPH de Marabá-PA, está passando por um momento difícil. O irmão não está bem de saúde, por isso eu (pres. da Federação), pesso a todas as UPHs do PLTA, que se unam em oração em favor deste nosso querido irmão, rogando a Deus as mais ricas bençãos lenitivas neste momento de dor. Convoco todos os homens presbiterianos que se possível visite este nosso amado irmão, no endereço: rua Curitiba, nº 25 - bairro Belo Horizonte - Marabá - PA.

DEUS SEJA LOUVADO.

Gilson Ferreira.
Pres. Federação.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Fotos do II Encontro de UPHs do PLTA


PALAVRA DO PRELETOR DO II - ENCONTRO DE UPHs DO PLTA



Nos dias 01 e 02 de maio, na Igreja Presbiteriana Filadélfia, na cidade de Marabá, por ocasião do II Encontro de União de Homens Presbiterianos, tive a oportunidade de pregar no culto noturno e na Escola Bíblica, com o tema: Homens: Levanta e Clama.

No sábado, 01.05, o texto escolhido foi Ezequiel 37.1-14, que, para efeito didático, foi subdividido em 6 sub-seções, a saber:

Nos versos 1 e 2 o Senhor dá ao profeta uma visão que lhe permitirá, posteriormente, ter a percepção do estado em que se encontrava o povo [que não era um povo qualquer, era o povo de Deus]. O profeta percebe-se em meio a um vale repleto de um número muito grande de ossos sequíssimos.

O verso 3 nos apresenta o questionamento de Deus ao profeta: ele acreditava que uma mudança no estado dos era possível? Tinha fé o profeta? A resposta do profeta pode ser observada sob um duplo ângulo: por um lado, ele declara reconhecer o poderio e a sabedoria absoluta de Deus, mas, ao mesmo tempo, não demonstra crer ou esperar uma transformação nos ossos. Todavia, o passo inicial já está dado: ele confessa confiar na sabedoria e poder de Deus.

Nos versos 4 a 6 encontramos orientações ao profeta sobre o que ele deveria dizer, mas ao mesmo tempo podemos visualizar todos os passos que eram necessários para uma mudança no estado dos ossos. E o passo inicial era a proclamação da palavra de Deus – mesmo a quem, aparentemente, não possuía meios para ouvi-la [crânios sequíssimos não possuem pavilhões auriculares, tímpanos, etc.]. Os ossos também não poderiam produzir, de si mesmos, tendões, carne, pele ou espírito: tudo isto seria ação direta e sobrenatural de Deus com o objetivo de demonstrar seu poder.

Nos versos 7 a 9 percebemos que, apesar da aparente impossibilidade, o profeta toma a atitude acertada: a obediência. E faz como Deus lhe manda. Proclama o que Deus ordenou. E logo percebe que o que Deus disse que faria acontecer, efetivamente, aconteceu. É interessante notar que a restauração dos ossos se dá em duas etapas: a atenção às incapacidades materiais e, somente depois, as espirituais.

No verso 10 o profeta constata o resultado da sua obediência em proclamar a palavra como Deus ordenara. Não houve alterações na mensagem. Ela foi entregue tal como havia sido recebida, demonstrando a fidelidade do profeta e sua confiança em Deus.

Nos versos 11 a 14 nós encontramos a interpretação da visão e a sua aplicação. Os ossos secos no vale simbolizavam a casa de Israel. Numerosa, mas sem vida, sem esperança [porque haviam se esquecido de confiar em Deus]. Todavia, Deus afirma que restauraria Israel, lhes mostraria que podem confiar nele. Isto vale para o novo Israel de Deus: se o povo de Deus se esquece e se afasta do Senhor, deixa de comer o melhor da terra para perecer a espada e ser exterminado. Todavia, o povo que se volta para Deus, que nele confia, é forte, abençoado, abençoador. Porque o Senhor o disse.

No domingo, por ocasião da Escola Bíblica, prosseguimos com os estudos, após entendermos que devemos confiar no Senhor. Mas o que deve fazer o povo de Deus ao perceber que se encontra como que num vale, cercado de ossos secos, sem esperança? Não é assim que vemos a sociedade que nos cerca? Não está longe o Brasil de ser uma nação feliz porque não teme ao Senhor [Sl 33.12]? Podemos oferecer uma possibilidade de restauração estudando o que nos diz a palavra em Joel 1.14-20. Novamente devemos lembrar que a ação dos profetas, seja Ezequiel ou Joel, se dá por chamamento de Deus que lhes diz o que falar e fazer.

No verso 14 o profeta Joel conclama o povo a não perder a esperança, como Israel estava fazendo:

o Ele diz que, ao invés do desespero, o povo deve fazer exatamente o contrário. Quando tudo parece perdido deixar os braços penderem, os joelhos dobrarem só torna as coisas mais impossíveis. Joel conclama o povo à ação, a promulgar um jejum [costume que indica desejo de santificar-se] e convocar uma assembléia solene [reunir o povo, congregar, de modo que um e outro se sustenham, se animem mesmo na sua pouca fé];

Em seguida Joel lembra quem são os agentes desta convocação, quem deve liderar o povo neste ato de contrição e congregação, quem deve participar deste ato: desde os anciãos até todos os demais moradores. Todos os membros do povo de Deus devem exercitar sua confiança em Deus;

O passo seguinte do profeta é dizer onde o povo deve se reunir. Ele afirma que o lugar ideal para a adoração do Senhor é a casa do Senhor. Isto parece lógico, mas não estava sido levado em consideração pelo povo de então e também não tem sido observado pelos cristãos atuais;

A seguir o profeta lembra que o jejum e a convocação para a congregação do povo deve ter o objetivo de buscar a Deus – não se trata de um evento político ou social, mas de um momento devocional, de adoração e entrega de si mesmo ao Senhor, confiando que Deus sabe e fará o que for melhor para o seu povo. Não se trata de assembléia para fazer alianças políticas – mas para adorar ao Senhor;

Finalmente, nos versos 15 a 20, o profeta diz o motivo ou o alvo do jejum e oração: é hora de levantar e clamar pela nação, por restauração como havia sido prometido por Deus quando da inauguração do templo por Salomão [II Cr 7]. Diferente do que vemos constantemente, quando as "campanhas" têm como alvo específico pessoas [às vezes até campanhas eleitorais], o profeta diz que é lícito, desejável e imperativo a busca pela ação de Deus em prol da comunidade. E é este o papel que Deus espera de seu povo.

Em Cristo Jesus,

Rev. Marthon Mendes

Servo de Deus

sexta-feira, 14 de maio de 2010


O arrependimento e o juízo universal

Samuel Davies

Samuel Davies (1723-1761) foi ministro presbiteriano e um dos líderes do Grande despertamento que houve nos Estados Unidos, em meados do século XVIII. Foi um grande compositor de hinos cristãos e foi um dos fundadores da universidade de Princeton.

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"Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos" (At 17.30-31).


Na era de trevas e ignorância, que precedeu a proclamação do evangelho, parecia que Deus ignorava e tolerava a idolatria e várias formas de impiedade que se disseminaram pelo mundo. Ou seja, parecia que Ele ignorava ou não atentava a tais coisas, de modo a puni-las ou a oferecer às nações chamadas explícitas ao arrependimento. Agora, disse Paulo, a situação mudou. O evangelho é anunciado em todo o mundo, e, por isso, Deus parece não mais tolerar a impiedade e a impenitência dos homens. Pelo contrário, anuncia seu grande mandato a um mundo rebelde, de maneira explícita e altissonante, ordenando que todos os homens, em toda parte, se arrependam. Eles lhes dá motivos específicos e encorajamentos para cumprirem esse dever.

Um dos motivos mais importantes, jamais proclamado antes com tanta clareza e amplitude, é a doutrina do juízo universal. Com certeza, a perspectiva de um julgamento tem de ser um motivo solene para que pecadores se arrependam. Isso os despertará de sua segurança negligente e os trará ao arrependimento.

Deus assegura a todos os homens — ou seja, a todos os que ouvem o evangelho —, que designou um dia para este grande propósito e que Jesus Cristo, o Deus-Homem, presidirá pessoalmente essa solenidade imponente. Ele nos dá certeza disso... A ressurreição de Cristo assegura isso em vários aspectos. É um exemplo e uma garantia de uma ressurreição geral, aquele grande preparativo para o julgamento. É também uma confirmação autêntica das reivindicações de nosso Senhor e uma prova incontestável de sua missão divina...

Consideremos agora a cena majestosa. Mas, que figura usarei para representá-la? Nada que temos visto, nada temos ouvido, nada que já aconteceu no palco do tempo pode nos prover ilustrações adequadas. Tudo que acontece debaixo do sol é pobre de significado, quando comparado com o grande fenômeno daquele dia. Somos tão acostumados com objetos imperfeitos e desprezíveis, que é impossível elevarmos nossos pensamentos a um nível conveniente. Em breve, seremos espectadores admirados dessas maravilhas imponentes; os olhos e os ouvidos serão nossos mestres. Agora, porém, é necessário que tenhamos sobre esses acontecimentos idéias que afetem nosso coração e nos preparem para eles. Portanto, vamos instruir nossa mente com representações que nos são dadas pela revelação divina, o nosso único guia neste assunto...

Quanto ao Juiz, o salmista nos informa: Deus é o Juiz. Sim, Cristo nos diz: o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento, e lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem. Logo, é Cristo Jesus, o Deus-Homem, conforme observamos, que terá esse caráter sublime. Pelas razões já alegadas, é mais conveniente que o julgamento seja delegado Filho. Visto que Ele é Deus e homem, todas as vantagens da divindade e da humanidade centralizam-se nEle e O tornam mais preparado para esse ofício do que se fosse apenas Deus ou apenas homem. Este é o Juiz augusto perante o qual temos de comparecer. A perspectiva pode nos inspirar reverência, alegria e terror.

Quanto à sua aparição, esta se dará de tal modo, que corresponderá à dignidade de sua Pessoa e ofício. Ele resplandecerá em toda as glórias indescritíveis da Divindade e em toda as glórias da humanidade perfeita. Seus servos acrescentarão dignidade à grande manifestação, e a harmonia da natureza aumentará a solenidade e o terror daquele dia. A Palavra do próprio Senhor descreveu essa manifestação: "Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória" (Mt 25.31). "A vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus" (2 Ts 1.7-8). Este é o Juiz diante de quem temos de comparecer...

O Juiz virá, o trono de julgamento será estabelecido, e os mortos ressurgirão. E o que acontecerá depois? A congregação universal de todos os filhos dos homens diante do trono. Quão augusta é essa reunião! Quão imensa, a assembléia! Todos os filhos dos homens reunidos em uma única e ampla assembléia. Adão contempla a extensa fila de sua posteridade, e todos olham para seu progenitor comum... Nessa prodigiosa assembléia, meus irmãos, deveremos estar, vocês e eu. Não nos perderemos na multidão, e o Juiz não deixará de perceber nossa presença. Seus olhos estarão particularmente focalizados sobre nós, como se houvesse apenas uma pessoa diante dEle.

O Juiz está assentado. Milhões e milhões de pessoas ansiosas estão diante dEle, esperando a sentença. Não há qualquer separação entre eles... Mas, vejam! À ordem do Juiz, toda a multidão começa a mover-se. Dividem-se, são separados de acordo com seu caráter e colocados à direita e à esquerda... Oh! que estranha separação acontece! Milhões de pessoas que antes estavam entre os santos e eram estimadas por outros devido à sua piedade — bem como por si mesmas — agora são banidas dentre aqueles e colocadas entre os ímpios, trêmulos, à esquerda. E quantas almas infelizes, sinceras de coração e desamparadas, cujos temores agourentos as colocavam freqüentemente entre os da esquerda, acham-se agora, em surpresa admirável, posicionadas à direita do Juiz, que as contempla com alegria!

Quantas conexões são agora desfeitas! Quantos corações despedaçados! Quantas amizades íntimas e relações queridas rompidas para sempre! Vizinho de vizinho, empregados de patrões, amigo de amigo, pais de filhos, marido de mulher... Quem são as inumeráveis multidões à esquerda? Ali, por meio da revelação, vi o bêbado, o blasfemador, o devasso, o mentiroso, o fraudador e as várias classes de pecadores profanos e dissolutos. Ali vi as famílias daqueles que não invocavam o nome do Senhor, e todas as nações que O esqueceram. Oh! que imensas multidões! Que milhões de milhões constituem essas multidões!

Mas, quem são aqueles imortais gloriosos à direita do Juiz? São aqueles que agora choram por seus pecados, resistem-lhes e os abandonam. São aqueles que se entregaram completamente a Deus, por meio de Jesus Cristo; aqueles que, de coração, se submeterem ao método de salvação revelado no evangelho; aqueles que foram tornados novas criaturas pelo onipotente poder de Deus; aqueles que desenvolveram sua salvação com esforço sincero e perseverante e viveram de modo santo, justo e piedoso no mundo...

O julgamento começa. Deus julga os segredos dos homens por meio de Jesus Cristo. Todas as obras de todos os filhos dos homens serão julgadas... Que revelações estranhas este julgamento manifesta! Que disposições nobres que nunca brilharam em toda a sua beleza diante dos olhos mortais! Que ações sublimes e piedosas ocultas sob o véu da modéstia! Que aspirações fervorosas e exercícios de coração piedosos, antes visíveis somente aos olhos da Onisciência, são trazidos agora à plena luz e recebem a aprovação do Juiz supremo, diante de toda a assembléia universal!

Mas, por outro lado, quantas obras de vergonha e trevas! Quantas coisas ocultas de desonestidade, segredos terríveis de traição, hipocrisia, lascívia e várias formas de impiedade ardilosa e engenhosamente escondidas dos olhos humanos! Quantas proezas horríveis de pecado são agora trazidas à luz em todas as suas cores malignas, causando embaraço e culpa, admiração e horror para o universo! Com certeza, a história da humanidade tem de aparecer como os anais do inferno ou a biografia de demônios! Ali, a marca da dissimulação será arrancada. As características ocultas serão reveladas; os homens e as coisas aparecerão como eles realmente são. A perspectiva dessa revelação não deixa alguns de vocês cheios de terror? Muitas das ações e, especialmente, o coração de vocês não suporta a luz. Como isso os deixaria confusos se fosse revelado agora ao seu pequeno círculo de conhecimento! Então, como podereis suportar que elas sejam expostas por completo diante de Deus, dos anjos e dos homens?

Agora, chegamos a grande crise em torno da qual gira o destino de toda a humanidade. Estou me referindo ao pronunciamento da sentença decisiva. O céu e a terra estão em silêncio, enquanto o Juiz, com sorriso em sua face e uma voz mais agradável do que a música celestial, volve-se à gloriosa companhia que está à sua direita e derrama todas as alegrias do céu na alma daquelas pessoas, ao proferir aquela sentença fascinante da qual Ele nos deu, graciosamente, uma cópia: "Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo" (Mt 25.34). Cada palavra está repleta de ênfase e das coisas celestiais, e são adequadamente agradáveis aos desejos daqueles aos quais são dirigidas. Eles desejaram, anelaram e almejaram estar perto de seu Senhor. Agora, o seu Senhor os convida: "Aproximem-se de mim e vivam comigo para sempre". Não havia nada que desejassem mais do que a bênção de Deus e o que mais temiam era a sua maldição. Agora, os seus temores foram completamente removidos, e seus desígnios, plenamente cumpridos. O Juiz supremo declara-os benditos de seu Pai. Todos eram pobres de espírito, e muitos deles, pobres neste mundo, e todos, sensíveis à sua indignidade. Como eles ficam alegremente surpreendidos ao ouvirem que eles mesmos... são convidados a herdar um reino, como príncipes nascidos de sangue real, destinados a tronos e coroas!

Mas, vejam! Outra sentença irrompe dos lábios do Juiz irado, como um trovão vingativo. A natureza ressoa uma profunda e tremenda lamentação! Os céus se abaixam, as trevas se reúnem, e a terra se abala. Milhões e milhões de culpados se abatem, com horror, ao ouvirem a sentença. Vejam, Aquele cujas palavras são obras, Aquele que do nada criou o universo, Aquele que com uma simples repreensão poderia destruir milhares de universo, Aquele cuja voz poderosa venceu a rebelião dos anjos no céu e os expulsou para baixo, ao cárcere do inferno — Ele se volve para as multidões culpadas, que estão à esquerda. A sua feição revela a indignação justa que arde em seu peito; mostra-O inexorável, de tal modo que não há lugar para lágrimas e súplicas. Ora, passou-se a hora agradável, compassiva, medianeira; e nada se manifesta, senão a majestade e o terror do Juiz. Sua face expressa insatisfação e ira; e seus olhos cintilam vingança. Oh! quem pode suportar ouvir as palavras? Ele diz: "Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos" (Mt 25.41). Oh! que ênfase pungente em cada palavra! Apartai-vos. Apartai-vos de mim! De mim,o Autor de todo o bem, a fonte de toda a felicidade. Apartai-vos com toda a minha poderosa e gravíssima maldição sobre vós. Apartai-vos para o fogo, para o fogo eterno, dotado de combustível, fomentado para a ira, preparado para o diabo e seus anjos...

Chegou a grande período em que o estado final da humanidade será estabelecido de modo inalterável. Desta época sobremodo importante flui a miséria ou felicidade dos homens em nível uniforme e ininterrupto. Não há mudança, não há gradação; pelo contrário, ou os homens irão de glória em glória, numa escala de perfeição, ou irão de abismo em abismo, no inferno. Este é o dia em que terminam todos os esquemas da Providência, realizados por milhares e milhares de anos.

O tempo existia, porém já não mais existe. Agora, todos os filhos dos homens entram em uma época que não será medida pelo movimento do sol, nem por dias, meses e anos. Agora, nasce a eternidade, quando não mais haverá noite. Essa manhã terrível é solenizada com a execução da sentença. Os ímpios são imediatamente lançados na punição eterna, e os justos conduzidos à vida eterna. Vejam a multidão afetada com admiração e pavor, à esquerda, expressando em sua face horror sombrio, tristeza e desespero, clamando e retorcendo as mãos, olhando com vislumbre anelante para o céu, que eles perderam! Agora, adeus à terra e a todos os seus deleites! Adeus à luz exultante do céu! Adeus à esperança, aquele doce alívio da aflição!

O céu faz carranca para eles. Os horrores do inferno se espalham amplamente, ao redor deles; e a consciência, no íntimo deles, consome-lhes o coração. Ó Consciência, poder abusado e agravado que agora dorme em muitos corações, que vingança severa e profunda tomarás daqueles que agora ousam violentar-te! Oh! horríveis lembranças que a memória sugerirá naquele tempo! A lembrança das misericórdias abusadas, do Salvador menosprezado, dos meios e oportunidades de salvação negligenciadas! Estas memórias hão de ferroar o coração como um escorpião. Ó Eternidade! Eternidade! Com que horror o teu nome circulará pelos antros do inferno! Eternidade na miséria! Sofrimento interminável, sem qualquer esperança de um fim! Oh! isso é inferno de inferno! Isso é a fonte do desespero! Desespero — o ingrediente mais amargo da infelicidade, a paixão mais inquietante que os demônios fomentam.

Vejamos, porém, uma cena mais prazerosa e mais nobre. Vejam o exército resplandecente e triunfante marchando ao seu lar eterno, sob o comando de seu Capitão da sua salvação. Naquele lar, eles estarão para sempre com o Senhor, tão felizes no estado de aprimoramento mais elevado em que sua natureza pode ser transformada. Com que exclamações de regozijo e triunfo eles ascendem! Com que sublimes aleluias eles coroam o seu Libertador!...

E, quando os habitantes de nosso mundo, em benefício dos quais ele foi criado, forem todos removidos a outras regiões, ele mesmo achará o seu destino. É conveniente que um mundo tão culpado, o qual tem sido o palco de pecado durante tantos milênios e suportou a cruz em que seu Criador expirou, se torne um monumento do desprazer divino... E, vejam! O incêndio universal começa! O céu passa com grande estrondo! Os elementos se derretem em fogo intenso! A terra e as obras que nela existem são queimadas e destruídas! Nenhuma estrela circula em sua orbita, nenhum cometa brilha, e a terra treme em convulsões. Os Alpes, os Andes e todos os picos elevados das antigas e extensas cadeias de montanha explodem em vulcões incandescentes, ou trovejam, relampejam, fumegam e tremem como o Sinai, quando Deus desceu sobre para anunciar sua Lei! Rochas se derretem e fluem em torrentes de chamas, rios e oceanos fervem e se evaporam. Lâminas de fogo, nuvens de fumaça, trovões e relâmpagos insuportáveis e furiosos irrompem, resplandecem e envolvem a atmosfera de pólo a pólo... Todo o globo é dissolvida em uma oceano disforme de fogo líquido!

Onde acharemos agora os lugares em que ficavam as cidades, os exércitos combatiam, as montanhas estendiam seus precipícios e erguiam a cabeça para o alto? Infelizmente, todos acabaram e não deixaram vestígio quanto ao lugar em que antes estavam. Onde estarás, ó meu país? Afundado com os demais, como uma gota em uma oceano incandescente...

Todos temos de comparecer diante do trono de julgamento e receber a sentença de acordo com as obras feitas por meio do corpo. Então, o que estamos fazendo para nos prepararmos com mais diligência?... O que os pecadores pensam sobre o arrependimento? O arrependimento é a grande preparação para esse dia terrível. Conforme observamos, o apóstolo menciona o julgamento final, citado em nosso texto, como um poderoso motivo para o arrependimento. E o que os pecadores pensarão sobre o arrependimento quando contemplarem o Juiz ascendendo ao trono? Venham, pecadores, contemplem o futuro, vejam o tribunal de juízo estabelecido, suas ofensas expostas, sua condenação pronunciada e seu inferno começando. Vejam todo o mundo destruído e assolado pelo incêndio imensurável, por causa dos pecados de vocês!

Com esses fatos expostos, exorto-os a que se arrependam! Deus, o grande Deus, a quem o céu obedece, manda que vocês se arrependam. Não importa o que vocês são, ricos ou pobres, novos ou velhos, brancos ou pretos, onde quer que estejam, esta ordem é para vocês! Neste dia, vocês estão obrigados a esse dever, pela autoridade de Deus. Ousarão desobedecer, mesmo em face da perspectiva de todos os terríveis e solenes juízos tão próximos de seus olhos?... Arrependam-se é a ordem de Deus, porque Ele determinou um dia em que julgará o mundo com justiça, por meio de um Homem que Ele mesmo designou. E nos deu plena certeza disso pelo fato de que O ressuscitou dentre os mortos.

Extraído de The Universal Judgment, em Sermons on Important Subjects, vol. 2


segunda-feira, 10 de maio de 2010

O P I N I Ã O.


ABORTO E HOMOFOBIA - Rev. Roberto Brasileiro

POSTURA DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL SOBRE ABORTO E HOMOFOBIA

Na qualidade de Presidente do Supremo Concílio da IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL, diante do momento atual em que as forças organriizadas da sociedademanifestam sua preocupação com a possibilidade da aprovação de leis quevenham a labutar contra a santidade da vida e a cercear a liberdadeconstitucional de expressão das igrejas brasileiras de todas as orientações,venho a público MANIFESTAR quanto à prática do aborto e a criminalização da
homofobia.
I - Quanto à prática do ABORTO, a Igreja Presbiteriana do Brasil reconheceque muitos problemas são causados anualmente pela prática clandestina deabortos, trazendo a morte de muitas mulheres jovens e adultas. Todavia,entende que a legalização do aborto não solucionará o problema, pois o mesmoé causado basicamente pela falta de educação adequada na área sexual, aexploração do turismo sexual, a falta de controle da natalidade, abanalização da vida, a decadência dos valores morais e a desvalorização docasamento e da família.Visto que: (1) Deus é o Criador de todas as coisas e que, como tal, somenteEle tem direito sobre as nossas vidas; (2) ao ser formado o ovo (novo ser),este já está com todos os caracteres de um ser humano, e que existemdiferenças marcantes entre a mulher e o feto;(3) os direitos da mulher nãopodem ser exercidos em detrimento dos direitos do novo ser;(4) o nasciturotem direitos asseguradospela Lei Civil brasileira, e sua morte não irácorrigir os males já causados no estupro e nem solucionará a maternidade ilegítima.Por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a legalização do aborto, com exceção do aborto
terapêutico, quando não houver outro meio de salvar a vida da gestante.
II - Quanto à chamada LEI DA HOMOFOBIA, que parte do princípio que toda manifestação contrária ao homossexualismo é homofóbica, e que caracteriza como crime todas essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre o homossexualismo como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.
Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna em 1988 já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e alegislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das
manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, ". . . desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher" (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam que a prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6:9-11).
Ante ao exposto, por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada lei da homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.
Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil não pode abrir mão do seu legítimo direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo.

Rev. Roberto Brasileiro
Presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil

DIRETORIA CNHP








Confederação Nacional dos Homens Presbiterianos (CNHP).



DIRETORIA ELEITA PARA O QUADRIÊNIO
2010 / 2014
Presidente: Paulo Roberto da Silveira Daflon RJ
Vice-Presidente: Região Sul Benai Augusto de Souza PR
Região Sudeste José Roberto Albrecht SP
Região Centroeste Sóstenes Aranha Cavalcante DF
Região Nordeste Ivan Wilson de Araújo Rodrigues MA
Região Norte Ely Pascoal
PA
Secretario Executivo: Marcos Almeida Rodrigues RJ
1º Secretario: Renato de Souza ES
2º Secretario: Paulo Silas Casini SP
Tesoureiro: Oswaldo Dalmedico Jr SP
SECRETARIO GERAL
- Haroldo Peyneau
ES
DIRETORIA ELEITA PARA O QUADRIÊNIO
2006 / 2010
Presidente: Paulo Roberto da Silveira Daflon RJ
Vice-Presidente: Região Sul Benai Augusto de Souza PR
Região Sudeste Oswaldo Dalmedico Junior SP
Região Centroeste Iraci de Lima Costa MG
Região Nordeste Murilo Costa CE
Região Norte Ely Pascoal
PA
Secretario Executivo: Luiz Carlos Soares RJ
1º Secretario: Marcos de Almeida Rodrigues RJ
2º Secretario: José Roberto Albrecht SP
Tesoureiro: Ruy Griffo ES
SECRETARIO GERAL
- Haroldo Peyneau
ES

RESOLUÇÕES DO XII CONGRESSO NACIONAL DOS HOMENS PRESBITERIANOS (CNHP).

O XII Congresso Nacional de UPH's, reunido nos dias 21 a 25/04/2010 no SESC Mineiro de Grussaí - RJ, tomou as seguintes decisões: (Estes documentos estão sendo encaminhados ao SC/IPB-2010).

1)REVISTA PROPOSTA
Quanto ao doc. 135 do XII congresso da CNHP, Resolve mudar o nome da Revista Proposta para REVISTA DA UPH, por entender que este nome representa melhor a entidade.

2)PERCAPITA
Quanto ao doc. 78, Considerando a revogação de indexação de côngruas pastorais ao salário mínimo (CE-2007- doc. 127) . por analogia, entende-se que não devemos indexar a percapita ao salário mínimo. O XII Congresso da Confederação Nacional dos Homens Presbiterianos resolve: Alterar a taxa percapita para o valor: R$ 15,00 (quinze reais) a partir de 2011, mantendo a mesma distribuição definida no MUSI, ou seja, 40% para Federação, 30% para Sinodal e 30% para Nacional.

3)EXTINÇÃO DE UPH'S
Considerando que as SI são as Forças de Integração da IPB;
1. Considerando o que consta no MUSI, no artigo 2 e suas alíneas, quanto aos objetivos das sociedades, dentre elas a cooperação com a Igreja, sendo parte integrante da mesma, nos seus objetivos de servir a Deus e ao próximo em todas as suas atividades, promovendo a plena integração de seus membros.
2. Considerando constar a existência das SI na Igreja conforme a Constituição da IPB, art.83, alínea “h”, devendo o conselho supervisionar, orientar e superintender o trabalho das mesmas , havendo ai implicitamenete, um estimulo a sua existência e atuação.
3. Considerando que o MUSI foi aprovado pelo Supremo Concilio estimula a existência das SI.
4. Considerando que o Supremo Concilio já legislou por diversas vezes sobre este assunto, mesmo assim a situação perdura, com igrejas sem UPH’s, Presbitérios sem Federações e Sinodal sem Confederações Sinodais;
5. Considerando que durante o quadriênio 2006-2010, diversas UPH’s pelo Brasil foram extintas, suspensas ou substituídas por Ministérios, e outros movimentos, sendo a grande maioria por iniciativa das lideranças maior das igrejas regionais que declara não aprovar a existência das SI, contrariando a CI/IPB, o MUSI/IPB, as recomendações da CE e SC/IPB e a própria história da igreja.
6. Considerando que nada criado para substituir as SI, demonstrou ser mais útil, eficaz, compromissado.
7. Considerando o respeito e a submissão e até a falta de conhecimento de seus direitos, que leva muitos homens a não recorrerem a instâncias superiores, evitando o desgaste e atrito, ficando, assim, a mercê de preferências pessoais de alguns líderes;

O XII Congresso Nacional da CNHP, com base nos considerandos acima resolve solicitar do SC/IPB-2010:

1)A atenção a questão elencada no presente documento;
2)O estudo de medidas eficazes que visem proteger a existência das SI, estimulando a organização e preservação das já existentes.

4) SECRETARIA GERAL DO TRABALHO MASCULINO
Indicação do nome do Pb. Haroldo Peyneau para continuar a frente da Secretaria Geral.

Em Cristo.

Gilson Ferreira

Pres.Fed.UPHs PLTA

sábado, 8 de maio de 2010

II - ENCONTRO DE UPHs DO PLTA




II - ENCONTRO DE UPHs DO PLTA: O presidente da federação de UPHs do presbitério leste da transamazônica (Gilson Ferreira), vem através deste instrumento de comunicação:
1. Agradecer a Deus pela disposição concedida ao nosso amado irmão em Cristo, Ev. Urbano Fernandes da Costa ( Sec. de Espiritualidade da Federação de UPHs do PLTA).
2. Louvar a Deus por ter Ele, concedido ao irmão Urbano, sabedoria no desempenho de suas funções por ocasião do II - ENCONTRO DE UPHs DO PLTA.
1.1 - A gratidão a Deus pela disposição do amado irmão, não é pelo fato de que ele seja um servo indisposto à obra, mas sim, por conhecer as dificuldades que esse amado irmão tem, por morar distante de Marabá e não ter medido esforços para se fazer presente neste encontro. Que esta atitude, sirva de exemplo para muitos de nós, que temos negligenciado, muitas vezes, este comprometimento.
2.1 - O louvor a Deus, não quer dizer que o nosso amado irmão seja disprovido de sabedoria em outras oportunidades, mas, é porque Deus superabundou com sabedoria lá do alto, o amado irmão, conduzindo-o debaixo da soberana e divina graça, para o louvor da glória de Deus.
Quero também agradecer a Deus, por cada membro de cada sociedade das igrejas locais que compõem a nossa federação. Estarei orando para que no próximo encontro na cidade de Pacajá -PA, tenhamos uma maior participação. E, para isso, conto com você, membro da UPH local e com todos os pastores deste presbitério, compromissados em edificar o reino de Deus.
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Quero ainda, agradecer ao nosso bondoso Deus, que concedeu às mulheres da igreja hospedeira a virtuosa graça de desempenhar o papel de verdadeiras auxiliadoras neste II - Encontro de UPHs do PLTA, continuarei suplicando ao soberano Deus, as ricas misericórdias a estas valorasas mulheres, que não tem medido esforços na obra do nosso Deus.

Gilson Ferreira.
Pres.Fed.UPHs PLTA

quinta-feira, 6 de maio de 2010

II - ENCONTRO DE UPHs DO PLTA.

Rogamos a Deus, para que Ele esteja capacitando a cada um daqueles que estiveram neste II Encontro de UPHs do Presbitério Leste da Transamazônica, a viver o que foi ensinado pela palavra através do Rev. Marthon Mendes, sob o tema: Homem, Levanta e Clama. Desde já esperamos contar com a presença de todos os homens do Presbitério Leste da Transamazônica no próximo encontro que será na cidade de Pacajá-PA, nos dias 04 e 05 de Setembro de 2010.

Gilson Ferreira
Pres. Federação

quarta-feira, 5 de maio de 2010

ENCONTRO COM O PASTOR ISRAEL SERIQUE E O PR. WELINGTON.










Nesta viagem ao XII - Congresso Nacional, a delegação da Federação de UPHs do PLTA, teve o privilégio de reencontrar o Pr. Israel Serique e o Pr. Welington na cidade Goiânia-Go. Foram momentos de grande alegria. Esperamos que em breve possamos novamente nos reencontrar-mos.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

INDO PARA O XII - CONGRESSO NACIONAL DOS HOMENS PRESBITERIANOS EM SÃO JOÃO DA BARRA-RJ.

AUDITÓRIO XII CONGRESSO NACIONAL

EM FIM CHEGAMOS NO CONGRESSO

ESTÁVAMOS LÁ
BELÉM TAMBEM ESTAVA LÁ

ESTA É A CREDENCIAL
DO CONGRESSO


SAINDO DO REFEITÓRIO

POSANDO PARA FOTO EM LAFAIÉTE
APÓS O ALMOÇO

REUNINDO PARA O ALMOÇO
DO DIA 21 EM LAFAIÉTE-MG


DEPOIS QUE PASSAMOS POR
BELO HORIZONTE
PARAMOS EM
LAFAIÉTE-MG PARA ALMOÇAR


TIRAMOS PANAMÁ DA FRENTE

CHEGAMOS NO PANAMÁ

AINDA EM GOIÂNIA

FAZENDO BENEFICÊNCIA
EM GAIÂNIA-GO


O 1º SEC. DA FEDERAÇÃO PLTA COM A
PRESIDENTE DA SAF EM GOIÂNIA


EM FRENTE A CASA DO PR. WELINGTON
EM GOIÂNIA
O GABRIEL ESTAVA LÁ !!!


A FAMILIA REUNIDA
POR UM DIA EM GOIÂNIA-GO